Nos últimos meses a crescente rotatividade de pessoal, principalmente na faixa de jovens entre 20 e 30 anos, tornou-se uma das grandes preocupações para os RH nas empresas. Tem sido comum encontrar gestores perplexos com os novos comportamentos e expectativas profissionais que os jovens apresentam.
Ansiedade por crescimento rápido, superficialidade, falta de comprometimento e de foco, desprezo pela hierarquia e infidelidade corporativa são as características mais comuns. Surgiram até mitos de que os jovens não querem trabalhar em funções técnicas e rotineiras, querem crescer e se tornar gerentes e diretores em menos de 2 anos e somente aceitam trabalhar em ambientes divertidos e descolados.
Todos estes fatores já seriam suficientes para justificar a desconfiança que os gestores têm dos jovens em suas equipes, mas a realidade tem mostrado que é necessário ter um olhar menos passional e mais isento sobre estes fatos. Se focarmos somente na questão da rotatividade no emprego, observaremos uma contradição comportamental.
Em minhas palestras para universitários e trainees, há um momento em que observo um grande incômodo nos jovens, sempre aliado a uma postura crítica, principalmente quando apresento casos de profissionais que trocaram de emprego diversas vezes. Normalmente este tipo de comportamento é avaliado como negativo pelos jovens profissionais.
Será então um paradoxo provocado pela Geração Y? Estariam estes jovens absolutamente perdidos em suas aspirações? A resposta é não para ambas as questões.
O que acontece é que as empresas não estão sendo rápidas em atualizar suas diretrizes e processos corporativos, além disto, os gestores se afastaram de um dos pilares fundamentais do exercício da liderança, que é o desenvolvimento de pessoas e formação de líderes e sucessores. Avaliam que a única forma de dar “novos desafios” é por meio de promoções a cargos superiores – que ainda estão ocupados por eles próprios – ou ainda através de aumentos salariais.
Um avaliação mais profunda permite concluir que as expectativas mais valorizadas pelos jovens são a possibilidade de receber “mentoria” genuína de seu líder imediato, aliada a uma autonomia com flexibilidade em projetos que ajudem o jovem a se desenvolver.
No lugar dos gestores promoverem desafios que permitiriam o amadurecimento de suas jovens equipes, ampliam os bloqueios e controles. Os resultados que alcançam com isso é a desmotivação dos jovens com a carreira corporativa e a redução na capacidade de promover inovações – este é o verdadeiro paradoxo!
Certamente teremos que aprender a gerenciar índices maiores na rotatividade de pessoal, pois é a nova realidade no mercado hiper-competitivo que estamos experimentando nestes novos tempos. Se há uma real vontade de gerenciar esta realidade com melhores resultados, o caminho passa pela reavaliação no papel dos gestores, promovendo com mais intensidade as competências que permitam o desenvolvimento de pessoas e, principalmente, a formação de novos líderes.
Novos desafios
Engraçado como todo mundo fala: - Estou indo para "novos desafios". Falamos quando terminamos um relacionamento, saímos de um emprego, mudamos de cidade, etc. Este blog foi criado para darmos ênfase nestas duas palavrinhas que mudam a vida de qualquer um.
domingo, 29 de maio de 2011
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo ...
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios,
Incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
E se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um oásis
No recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou
Construir um castelo ...
FERNANDO PESSOA
Apesar de todos os desafios,
Incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
E se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si,
Mas ser capaz de encontrar um oásis
No recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou
Construir um castelo ...
FERNANDO PESSOA
sábado, 28 de maio de 2011
Os novos desafios - Paulo Coelho
Daqui por diante – e por algumas centenas de anos – o Universo vai ajudar os guerreiros da luz e boicotar os preconceituosos.
A energia da Terra precisa ser renovada.
As ideias novas precisam de espaço.
O corpo e a alma precisam de novos desafios.
O futuro virou presente, e todos os sonhos – exceto os que envolvem preconceitos – terão chance de se manifestar.
O que for importante, ficará; o que for inútil, desaparecerá. O guerreiro, porém, sabe que não está encarregado de julgar os sonhos do próximo, e não perde tempo criticando as decisões alheias.
Para ter fé em seu próprio caminho, não precisa provar que o caminho do outro está errado. Quem age assim, não confia nos próprios passos.
De: Paulo Coelho - Mensagem do Dia - G1
A energia da Terra precisa ser renovada.
As ideias novas precisam de espaço.
O corpo e a alma precisam de novos desafios.
O futuro virou presente, e todos os sonhos – exceto os que envolvem preconceitos – terão chance de se manifestar.
O que for importante, ficará; o que for inútil, desaparecerá. O guerreiro, porém, sabe que não está encarregado de julgar os sonhos do próximo, e não perde tempo criticando as decisões alheias.
Para ter fé em seu próprio caminho, não precisa provar que o caminho do outro está errado. Quem age assim, não confia nos próprios passos.
De: Paulo Coelho - Mensagem do Dia - G1
Assinar:
Comentários (Atom)